Dr.ª Márcia Franz Amaral

Especificidades da cobertura das catástrofes ambientais nas revistas semanais brasileiras (em andamento desde 2012)

Descrição: a pesquisa propõe-se a analisar os sentidos das catástrofes ambientais e a contribuição do discurso das fontes jornalísticas neste processo. Como a catástrofe é construída e qual é o papel atribuído pelo discurso jornalismo às fontes no jogo argumentativo das matérias? Consideramos as fontes tanto como indivíduos e agentes sociais que falam de um determinado lugar e cujas manifestações compõem um esquema argumentativo em um determinado texto, quanto como posições que integram um discurso circunscrito por Formações Discursivas e Ideológicas. A análise, com aportes das teorias do jornalismo e do discurso, viabilizará entender o papel das fontes jornalísticas na construção das notícias sobre catástrofes para compreender como constroem o risco, configuram as tragédias e contribuem para as condições de inteligibilidade do acontecimento. As manifestações dos diferentes tipos de fonte soam naturalizadas, mas estão inscritas em determinadas Formações Discursivas e ancoradas por determinadas Formações Ideológicas. Essas Formações mostram os sentidos das catástrofes para cada uma das revistas e dão pistas sobre papel do jornalismo em casos de tragédias que envolvem o meio ambiente. Aportes bibliográficos sobre catástrofes e comunicação de risco acompanham também o trabalho que pretende apontar padrões e limites destas coberturas. Serão analisadas, num primeiro momento, todas revistas Veja, Carta Capital, Isto é e Época com cobertura sobre o tema no período de um ano e, num segundo momento, o corpus será recortado com base na cobertura de uma tragédia significativa, de forma a possibilitar uma análise mais profunda no âmbito discursivo.


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